quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

sábado, 26 de dezembro de 2009

jabá, será?



bem belelém, queridos blogólatras e blogonautas,

resolvi criar um blog (mais uma vez, e espero que consiga alimentá-lo)
minha primeira postagem é uma revistinha artesanal que fiz certa vez,
confiram lá.

saudações,

alx marinho

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

algumas imagens

CLPT, Belém/PA - 2009 from Squizzo Graphic on Vimeo.


aÊ, queridos camaradas!
devolvo aqui algumas imagens que trouxe da nossa breve e agradável estada em Belém. O post acima está com a qualidade mais baixa, mas o audio é uma costura de algumas músicas de Led Zeppelin. Abaixo, o post do youtube tem melhor qualidade de imagem, mas tive que substituir a música.
Fica aqui, então, uma singela homenagem de natal.

alx marinho

domingo, 13 de dezembro de 2009

LETRISTA DE MPB

Caros,

Eis aqui outra faceta minha. A de letrista de música popular. Clipe da canção TODAS AS LÍNGUAS, parceria de CARLOS CORREIA SANTOS com NILSON CHAVES. Intérprete: JULIELE. Bateria: EDVALDO CAVALCANTE. Contrabaixo Acústico: ADELBERT CARNEIRO. Piano: EDGAR MATOS. Guitarras: DAVID AMORIN. Violão de Aço e Arranjo: NILSON CHAVES. Edição de Imagens: CARLOS CORREIA SANTOS. video

teatro para alguém

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Batismo de blogólatra


Gut, gut, credo
Graviola nesta goela
Tigela de açaí
Um brinde aos blogamigos

Glub, glub, blog
Enfim, eu blogolatro
Gleba grão palavra
Posto, qual degluto
Data a se gravar
Grito de independência

Glugluglugluglu...



Maria Amélia Elói, 10 de dezembro de 2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

DIGITAIS POÉTICAS


DADO AOS DEDOS
(Carlos Correia Santos)
Meus cinco dedos da mão direita
são tempo, cor, violino, dor,
fantasia.

Aponto o hoje, anel de verde,
toco o amanhã, dedilho lágrima,
sorriria.

Mas meus dedos da mão esquerda
são pedra, breu, fogo, eu
e o que ninguém seria.

Furo o chão, apago o não, nego o teu,
escrevo o meu e, com a unha,
risco poesia.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Coisas que acontecem em Araruama.

Olhaí, moçada. Eu volto de minha estada em Belém e veja a história que encontro: o diretor do teatro municipal de Araruama, um camarada guerrilheiro, um tanto empolgado com nossa conquista, decidiu colocar o seguinte banner na fachada do teatro:




Resultado: o cidadão foi exonerado. Coisas que acontecem em Araruama.

Alexandre Marinho

Descoberta



Alaor Ignácio

Era a própria imagem do pré-sal: profundo e quase inacessível. Gostava de política, de futebol e, fundamentalmente, da mulher, mas os tempos levaram-lhe os gostos. Embora o alimento tivesse acabado antes que o apetite, também perdeu a fome. Orava, mudo, a uma espécie de sono pendente. Dava o ar de que se andasse dez centímetros a mais cairia num precipício. Até que descobriu na despensa um livro velho de Manoel Bandeira, que pegou de raiva, e o transformou em objeto de estimação. Sob o velho travesseiro, fez dele um apoio rígido à eterna insônia. No pé dianteiro direito do banquinho pendido, utilizou-o para acertar seu nível. Deu livradas nos mosquitos, abanou-se, lançou-o no sofá e voltou a pegá-lo. O livro virou distração às mãos, sem nenhum tempo para cronometrar horas ou dias. Só foi abri-lo na tarde chuvosa, de café ralo. Então quis morrer tão completamente, que um dia ao lerem seu nome num papel perguntassem “quem foi?”. Mas descobriu que a eternidade está longe. Um dia serei feliz? Chegou a matutar com o poema. Viu que sim, mas não haveria de ser já...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

UM POEMA CHEIO DE FOGO E SONS


DIABO DELICADO
Carlos Correia Santos

Quando um demônio beija um colibri,
todo meu ardor voa com penas de anjo.
Minha paz é um demônio beijando um colibri,
um delicado diabo tocando banjo.

Quando leio a partitura dos gritos dos meus demônios,
entendo todo esse enorme inferno de ser feliz.
A alegria toca violinos de fogo nos meus sonhos
e faz demônios beijar meus colibris.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Tempero e molho de manipueira com pimenta


O autor do título foi o Aurélio Buarque. Alguém saberia dizer se ele referia-se a um indivíduo mineral, vegetal ou animal?